Nota Fiscal para Venda de Celular Seminovo
Vender celular seminovo dá margem, mas o controle precisa ser próprio: marcar o aparelho como usado no estoque, registrar IMEI, anotar as condições e emitir nota com os códigos fiscais que sua contabilidade definiu. O Single tem o fluxo completo de cadastro e emissão; a definição fiscal fica com você e seu contador.
Por que seminovo precisa de um cadastro próprio
Quem vende celular seminovo lida com duas dificuldades práticas:
- O aparelho tem origem variável (compra de pessoa física, entrada em venda nova, lote de fornecedor)
- Cada aparelho é único: IMEI próprio, saúde da bateria diferente, condições estéticas próprias
- Os códigos fiscais usados na emissão da nota costumam ser diferentes dos códigos de aparelho novo, e variam conforme regime tributário, estado e operação
Por isso o Single trata o seminovo como um cadastro separado dentro do estoque de aparelhos. Cada unidade tem seu próprio cartão com IMEI, descrição e campos fiscais. Quando o aparelho é vendido, a nota é emitida usando exatamente esses dados cadastrados, sem você precisar redigitar nada no balcão.
Cadastro do aparelho como seminovo
No lançamento do estoque, você escolhe o Tipo e a Condição do aparelho. Para entrada de seminovo, basta selecionar a condição como Seminovo. A partir disso, os campos do cadastro ficam preparados para revenda de aparelho usado:
- Marca, modelo, cor, memória RAM e armazenamento
- IMEI e número de série
- Saúde da bateria (campo numérico de 1 a 100, próprio para seminovos)
- Descrição das condições do aparelho (riscos, marcas, pequenas avarias)
- Preço de compra e preço de venda
- Campos fiscais: NCM, CFOP e origem da mercadoria, preenchidos conforme a orientação da sua contabilidade
- Botão Aparelho reparado caso a unidade tenha passado por algum reparo antes da venda
- Opção de anunciar o aparelho na Vitrine Single, com fotos e descrição
Esse cadastro é feito uma única vez por aparelho. Quando esse aparelho for vendido, todos os dados aqui registrados (incluindo IMEI e códigos fiscais) entram na nota fiscal automaticamente.
Compra de seminovo de pessoa física
Boa parte dos seminovos chega de pessoa física vendendo um aparelho velho. O campo De quem está comprando o aparelho aceita CPF e cadastra o fornecedor pessoa física no sistema. Fica registrado o nome, telefone, valor pago e o IMEI da unidade.
Como pessoa física não emite nota de venda, o documento de entrada do seminovo é o próprio registro do lançamento de estoque no Single. Isso vira o histórico de origem do aparelho dentro da sua loja: data, valor pago, fornecedor e IMEI ficam vinculados àquela unidade específica.
Seminovo recebido como entrada de outra venda
No fluxo da Frente de Caixa, quando o cliente paga parte da compra entregando um celular usado, esse aparelho vai direto para o estoque marcado como Seminovo. O cadastro do aparelho acontece dentro da modal de pagamento por Aparelho: marca, modelo, cor, armazenamento, IMEI e descrição da condição. Após a venda ser finalizada, o seminovo entra no estoque pronto para ser revendido em outra operação.
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Criar conta agoraEmissão da nota: igual à venda de aparelho novo
A emissão da nota fiscal de seminovo segue o mesmo fluxo da venda de aparelho novo: pelo menu de ações da venda, opção Emitir nota fiscal. O que muda são os dados que entram na nota, todos vindos do cadastro do aparelho:
- Descrição do item (marca + modelo + capacidade + cor)
- IMEI como informação adicional do item
- NCM, CFOP e origem cadastrados no aparelho
- Valor de venda registrado na operação
Você cadastra esses códigos uma única vez no aparelho. Não precisa redigitar CFOP de venda toda vez, não precisa consultar planilha no balcão, não precisa pedir socorro pra contabilidade no meio de um atendimento.
Quem define os códigos fiscais
Esta é a parte que normalmente gera dúvida: quais códigos colocar no cadastro do aparelho seminovo? A resposta correta é: quem define é a sua contabilidade.
CFOP de revenda de seminovo, NCM aplicável, origem da mercadoria, regime tributário, tratamento de ICMS, possível redução de base, substituição tributária ou benefício estadual: tudo isso depende do seu regime, do seu estado e da operação específica. O contador da sua loja sabe melhor que qualquer sistema quais códigos usar.
O papel do Single é deixar esses campos disponíveis no cadastro, registrá-los no aparelho e usá-los na emissão da nota. Configuração tributária é trabalho do contador. Operação no balcão é com você. Single é o intermediário que evita digitação manual e mantém os dois lados em sintonia.
IMEI registrado em todo o caminho
Em seminovo, o IMEI é o documento que prova a cadeia de propriedade do aparelho. Ele é exigido no momento do lançamento do estoque, fica vinculado ao registro de entrada (com data e fornecedor), vincula à venda quando a operação acontece e vai pra nota fiscal como informação adicional do item.
Isso significa que cada unidade vendida deixa um rastro completo no sistema: de quem foi comprada, por quanto, em que estado, pra quem foi vendida, em que data e por qual valor. Pra loja que precisa comprovar origem em fiscalização ou em atendimento de garantia, essa rastreabilidade é parte essencial da operação.
Por que isso importa pra sua loja
Mercado de seminovo cresceu muito nos últimos anos. A maior parte das lojas ainda vende sem nota porque a operação fiscal parece complicada. Mas a parte "complicada" não é emitir a nota: é decidir qual código usar, o que cabe na contabilidade da loja. Quando essa decisão está tomada, o resto é fluxo automático.
O Single existe pra cobrir esse fluxo: cadastro do seminovo com IMEI, controle de origem do aparelho, registro do fornecedor (mesmo pessoa física), venda com entrada de aparelho usado e emissão da nota com os códigos cadastrados. Quem define os códigos é seu contador, quem usa o sistema é você.